Provavelmente, você já ouviu, tem uma ou outra música que lhe emociona profundamente. Tem sempre uma melodia que toca lá no fundo, uma letra que parece ter sido feita para você ou para uma situação vivida. Sim! Essa é a magia da música!
Há quem chore só de ouvir o primeiro acorde; existem aqueles que ao som de uns versos se despedaçam de tanta saudade. Sem contar os românticos inveterados que saem cantando pelas ruas, dentro do ônibus ou gritando no carro sem se importar com que estão pensando deles, só pelo simples fato daquela música lembrar a pessoa amada. É como se fosse um louvor, eles parecem estar em outro plano.
A música faz isso.
Canções marcam. Marcas que dificilmente se apagam, afinal não são físicas. Chega a ser impossível ignorá-las, porque elas estão guardadas em um lugar complicado de alcançar. Só tomamos consciência delas quando ao soar dos acordes os ouvidos se apuram, arrepiam-se os pêlos do corpo, a voz começa a querer sair... E sai! Alegre ou triste, às vezes em forma de choro ou com um tom agressivo.
Quis falar disso porque eu, comprador inveterado de cd’s, na minha, ainda, pequena coleção, tenho tido a sorte ou o bom gosto de comprar, e por um preço bastante camarada, ótimos álbuns. E tem sido impossível não me emocionar!
As quatro últimas aquisições foram: Jill Scott – Words and Sounds vol. 1; Chico Buarque – Carioca; Vanessa da Mata – Essa boneca tem um manual e por fim, Marcelo Camelo – Sou.
Ao contrário dos três primeiros, “Sou” é o único lançamento e, não sei se pelo ineditismo ou pela expectativa criada em cima da obra solo de Marcelo, acabei por me apegar muito mais a ele.
É só tocar Doce Solidão que olhos enchem d´água tamanha a identificação.
Dificilmente, todas as músicas de um cd nos agradam, mas a genialidade de Camelo é tão impressionante que do começo ao fim eu me sinto preso à letra, à melodia, à beleza do encarte.
Espero um dia poder dividir tudo isso para que na memória entre e de lá nunca mais saia.
Há quem chore só de ouvir o primeiro acorde; existem aqueles que ao som de uns versos se despedaçam de tanta saudade. Sem contar os românticos inveterados que saem cantando pelas ruas, dentro do ônibus ou gritando no carro sem se importar com que estão pensando deles, só pelo simples fato daquela música lembrar a pessoa amada. É como se fosse um louvor, eles parecem estar em outro plano.
A música faz isso.
Canções marcam. Marcas que dificilmente se apagam, afinal não são físicas. Chega a ser impossível ignorá-las, porque elas estão guardadas em um lugar complicado de alcançar. Só tomamos consciência delas quando ao soar dos acordes os ouvidos se apuram, arrepiam-se os pêlos do corpo, a voz começa a querer sair... E sai! Alegre ou triste, às vezes em forma de choro ou com um tom agressivo.
Quis falar disso porque eu, comprador inveterado de cd’s, na minha, ainda, pequena coleção, tenho tido a sorte ou o bom gosto de comprar, e por um preço bastante camarada, ótimos álbuns. E tem sido impossível não me emocionar!
As quatro últimas aquisições foram: Jill Scott – Words and Sounds vol. 1; Chico Buarque – Carioca; Vanessa da Mata – Essa boneca tem um manual e por fim, Marcelo Camelo – Sou.
Ao contrário dos três primeiros, “Sou” é o único lançamento e, não sei se pelo ineditismo ou pela expectativa criada em cima da obra solo de Marcelo, acabei por me apegar muito mais a ele.
É só tocar Doce Solidão que olhos enchem d´água tamanha a identificação.
Dificilmente, todas as músicas de um cd nos agradam, mas a genialidade de Camelo é tão impressionante que do começo ao fim eu me sinto preso à letra, à melodia, à beleza do encarte.
Espero um dia poder dividir tudo isso para que na memória entre e de lá nunca mais saia.