Quem mora na cidade de Belo Horizonte, carinhosamente apelidada por nós, de roça grande, sabe muito bem o porquê dessa alcunha. Se você tem parentes no interior vai entender melhor. Já viu que todo mundo nesses lugares se conhece? Que sempre existe um parentesco entre eles, mesmo que seja do tipo: primo-do tio-do avô?
BH é assim! Claro que não exatamente em laços co-sanguíneos. Porém, sempre haverá alguém que lhe conhece e que conhece aquela amiga do namorado de fulano que também é seu amigo.
Onde quero chegar com isso? Calma aí!
Não sou muito regular com o meu horário de chegar ao trabalho(não me orgulho disso, viu?) e quando me atraso um pouco mais para pegar o ônibus, deparo-me, quase sempre, com uma personagem, digamos, excêntrica.
Sempre de cara fechada, não sei se é porque só o vejo de manhã, ele pega o ônibus com a mesma cara blasé, sempre vestido com roupas escuras, como se não quisesse ser percebido por ninguém(mal sabe ele que acontece o contrário). Às vezes ou na maioria das vezes, fica em pé. Já até sentou ao meu lado, mas com o olhar sempre em um ponto fixo, longe dali. Parece não se permitir olhar pro lado(pode ser só impressão minha).
Até então, nada demais. Tinha minhas impressões - não as confundam com julgamentos, por favor. É que pessoas assim, me despertam um certo fascínio. Dá vontade de desvendá-las, de sair perguntando sobre sua vida, de saber das angústias...
Mas e quando você fica sabendo que essa pessoa já beijou o seu namorado? Putz! Não podia ser qualquer outra pessoa. Tinha que ser logo o cara do ônibus. Em um primeiro momento, a coisa muda totalmente de figura. Você começa a enxergar a pessoa como uma possível ameaça(coisa de gente louca isso!), e o que era fascínio se torna quase repulsa. Começa a pesquisar sobre a pessoa e encontra blogs, twitter, flickr e etc...
Claro! Depois de algumas indiretas, diga-se de passagem, bem diretas, para o amado, você percebe que não houve nada além daquilo. Que não passou de uma noite, enfim... Mas o circo já está armado. A curiosidade já foi aguçada. E como eu não morro com ela, prefiro matá-la a cajadadas.
Depois de ver todas as fotos(até que tem bons olhos), paro nos textos. E surpresa... Não é que ele escreve bem e que toda aquela impressão que tive anteriormente se concretiza com a leitura! Fiquei pasmo! Ele é mais ou menos o que eu acreditava que ele fosse. O sentimento de ameaça, num súbito, se tornou “admiração”. Li todo o blog, acho. Um deles. E o que antes era uma caça do que aconteceu aquela noite(que parece não ter tido a menor importância), virou entretenimento.
Vai entender... Acho até que ele escreveu sobre mim! Adoraria a confirmação disso.rs
BH é assim! Claro que não exatamente em laços co-sanguíneos. Porém, sempre haverá alguém que lhe conhece e que conhece aquela amiga do namorado de fulano que também é seu amigo.
Onde quero chegar com isso? Calma aí!
Não sou muito regular com o meu horário de chegar ao trabalho(não me orgulho disso, viu?) e quando me atraso um pouco mais para pegar o ônibus, deparo-me, quase sempre, com uma personagem, digamos, excêntrica.
Sempre de cara fechada, não sei se é porque só o vejo de manhã, ele pega o ônibus com a mesma cara blasé, sempre vestido com roupas escuras, como se não quisesse ser percebido por ninguém(mal sabe ele que acontece o contrário). Às vezes ou na maioria das vezes, fica em pé. Já até sentou ao meu lado, mas com o olhar sempre em um ponto fixo, longe dali. Parece não se permitir olhar pro lado(pode ser só impressão minha).

Até então, nada demais. Tinha minhas impressões - não as confundam com julgamentos, por favor. É que pessoas assim, me despertam um certo fascínio. Dá vontade de desvendá-las, de sair perguntando sobre sua vida, de saber das angústias...
Mas e quando você fica sabendo que essa pessoa já beijou o seu namorado? Putz! Não podia ser qualquer outra pessoa. Tinha que ser logo o cara do ônibus. Em um primeiro momento, a coisa muda totalmente de figura. Você começa a enxergar a pessoa como uma possível ameaça(coisa de gente louca isso!), e o que era fascínio se torna quase repulsa. Começa a pesquisar sobre a pessoa e encontra blogs, twitter, flickr e etc...
Claro! Depois de algumas indiretas, diga-se de passagem, bem diretas, para o amado, você percebe que não houve nada além daquilo. Que não passou de uma noite, enfim... Mas o circo já está armado. A curiosidade já foi aguçada. E como eu não morro com ela, prefiro matá-la a cajadadas.
Depois de ver todas as fotos(até que tem bons olhos), paro nos textos. E surpresa... Não é que ele escreve bem e que toda aquela impressão que tive anteriormente se concretiza com a leitura! Fiquei pasmo! Ele é mais ou menos o que eu acreditava que ele fosse. O sentimento de ameaça, num súbito, se tornou “admiração”. Li todo o blog, acho. Um deles. E o que antes era uma caça do que aconteceu aquela noite(que parece não ter tido a menor importância), virou entretenimento.
Vai entender... Acho até que ele escreveu sobre mim! Adoraria a confirmação disso.rs
2 comentários:
menino... será que é seu namorado precisa ficar preocupado? rs
Hum... e qual seria o Blog dele???
Ahuahauahauhuha!
Entendo esse sentimento... muito próximo do ciúme, mas nem tanto...
Abração, gostei do estilo.
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